Aquilo que nos move

Não sou uma daquelas pessoas que sempre soube desde criancinha o que seria quando crescesse. (Fico passada com gente assim!) Na verdade, eu ainda nem sei exatamente, mesmo eu tendo aí 28 anos. E quer saber? Isso já não me deixa mais careca (ou quase isso), porque sei que estou no caminho e, principalmente, sendo extremamente verdadeira com minhas descobertas.

Já quis ser médica veterinária (mas na 6ª série conheci um laboratório de anatomia de animais e me deparei com uma cabeça de cavalo em uma bancada), atriz (não tenho uma explicação lógica para essa desistência… talvez seja porque eu era muito nova, sempre ouvia sobre as dificuldades dessa profissão, ou ainda porque “descobri” a carreira a seguir -> ), juíza (só que ver o livro de Medicina Legal da minha madrinha e ajudar um ex-namorado a fazer trabalhos de Direito me desanimaram um bocado) e psicóloga (aqui os dois anos iniciais do curso se encarregaram de me mostrar que não era bem esse meu caminho).

Por fim, acabei formando em Comunicação Social – Jornalismo e, como boa parte dos estudantes, saí da faculdade um tanto quanto sem rumo, ou melhor, fazendo as coisas meio que no automático, o que não significava que eu não gostava de tudo…

A minha cabeça sempre funcionou a milhão! Às vezes tenho vontade de batê-la na parede, pra ver se desliga um pouco. E em relação a esse assunto, então! Sempre tive um siricutico muito forte dentro de mim. Durante minha graduação, por exemplo, cismei uma época que queria fazer cinema em Cuba (para o desespero da minha mãe, preocupadíssima com os tornados), depois, eu queria ir embora para Barcelona fazer mestrado (decidir o tema da pesquisa era um mero detalhe, né!? Oi? Louca).

Porém, mesmo com todo esse faniquito, eu sempre estava em movimento (hoje consigo enxergar isso melhor, mas na época me sentia em coma! Exagerada. ¬¬ ). Eu fazia cursos sem saber direito o porquê, mas fazia! Pesquisava mil coisas, lia assuntos diferentes e tentava entender um pouco sobre os meus reais interesses e com o que eu me identificava mais.

Até que chegou a hora certa (porque acredito que tem isso na vida – tudo tem seu tempo) e consegui concretizar o que eu vinha há anos ensaiando e amadurecendo na minha cabeça: deixei o emprego, a cidade e o Estado. Saí de casa e fui dar as caras para ver o que eu encontrava. “Ela tá indo procurar o que não perdeu!”, dizia minha mãe. Cheguei na cidade de São Paulo (05 de fevereiro de 2013) com uma única certeza: quero me encontrar profissionalmente!

E a ideia deste blog, que surgiu após o curso de liderança “Laboratório Na Prática”, da Fundação Estudar, é compartilhar textos que nos inspirem a buscarmos sempre a nossa verdadeira vocação, o nosso sonho grande! Além disso, também é uma maneira deu me comprometer ainda mais com as minhas pesquisas e de colocar em prática uma vontade antiga.
Vem comigo?

=)

* Para essas nossas escolhas, a música: Jason Mraz – 93 Million Miles.

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